quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ser Pentecostal É... Assembléia de Deus no Brasil.

A História da Assembléia de Deus no Brasil

    “[...] Pouco tempo depois de Gunnar Vingren participar de uma convenção de igrejas batistas em Chicago, essas igrejas que aceitavam o Movimento Pentecostal, ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com o Espírito Santo.
    Após uma ampla troca de informações, experiências e idéias, Daniel Berg e Gunnar Vingren descobriram que Deus os estavam guiando numa mesma direção, isto é, o Senhor desejava enviá-los com a mensagem do Evangelho à terras distantes, mas nenhum dos dois sabia exatamente para onde seriam enviados.
    Algum tempo depois, Daniel Berg foi visitar o pastor Vingren em South Bend, Indiana (EUA). Durante aquela visita, quando participavam de uma reunião de oração, o Senhor lhes falou através de uma mensagem profética que eles deveriam partir para pregar o Evangelho e as bênçãos do Avivamento Pentecostal. O lugar tinha sido mencionado na profecia: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os dois jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do norte do Brasil”. (Adaptado de “História das Assembléias de Deus, Emílio Conde – CPAD”).

Daniel Berg e Gunnar Vingren: missionários suecos fundadores da Assembléia de Deus no Brasil

Primeiro templo da
Assembléia de Deus no Brasil
    No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era ainda quase que totalmente católico.
    A origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do reavivamento que varreu o mundo por volta de 1900, início do século XX, especialmente na América do Norte.
    Os participantes deste reavivamento foram cheios do Espírito Santo da mesma forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a festa Judaica do Pentecostes, no início da Igreja Primitiva (Atos 2). Assim, eles foram chamados de “pentecostais”.
    Exatamente como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores do reavivamento do século 20 falaram em outras línguas, que não as suas originais, quando receberam o batismo no Espírito Santo. Outras manifestações sobrenaturais, tais como profecia, interpretação de línguas, conversões e curas, também aconteceram.
    Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso, e até social, do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais. As igrejas existentes na época – Batista de Belém do Pará, Presbiteriana, Anglicana e Metodista – ficaram bastante incomodadas com a nova doutrina dos missionários, principalmente por causa de alguns irmãos que se mostravam abertos ao ensino pentecostal. A irmã Celina de Albuquerque, na madrugada do dia 18 de junho de 1911, foi a primeira crente a receber o batismo no Espírito Santo, o que não demorou a ocorrer também com outros irmãos.

Segundo templo da
Assembléia de Deus no Brasil
    O clima ficou tenso naquela comunidade, pois um número cada vez maior de membros curiosos visitava a residência de Berg e Vingren, onde realizavam reuniões de oração. Resultado: eles e mais dezenove irmãos acabaram sendo desligados da Igreja Batista. Convictos e resolvidos a se organizar, fundaram a Missão de Fé Apostólica em 18 de junho de 1911, que mais tarde, em 1918, ficou conhecida como Assembléia de Deus.
    Em poucas décadas, a Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu, começou a penetrar em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
    Em virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante.

Fonte: CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus (www.cpad.com.br)
Daniel Berg e Família

Gunnar Vingren e Família

Ser Pentecopstal É... Igreja Do Evangelho Quadrangular

Igreja Do Evangelho Quadrangular

A FUNDADORA

Aimée Semple McPherson nasceu em Ingersoll, Ontário, Canadá, aos 9 de outubro de 1890, como Aimée Elizabeth Kennedy e é a fundadora da denominação evangélica The Foursquare Church (Igreja do Evangelho Quadrangular).

Conversão

Uma noite ela foi para seu quarto, determinada a achar uma solução para suas dúvidas. Sem acender a lamparina, ajoelhou-se em frente à janela aberta, onde contemplava a paisagem branca toda coberta de neve e pensou: “Certamente deve existir um grande Criador que fez tudo isso”. De repente, ergueu os braços para o céu e clamou: “Ó, Deus, se é que há um Deus, revele-se a mim”. Aimée acreditava que o Pai Celestial responde as orações de todos os que estão em desespero. Pelo menos, respondeu sua oração antes da meia-noite seguinte.

Depois das aulas, ela saiu andando pela rua com seu pai e notou um aviso no salão de Missões, que dizia: “Reunião de Avivamento com Robert Semple, evangelista irlandês. Todos são bem vindos”. O pai de Aimée sugeriu que entrassem, e ela aceitou sem discutir, pois notícias desse reavivamento haviam chegado ao seu conhecimento e a curiosidade a impulsionava a estar ali. Tudo era interessante, os cânticos animados, todos cantando e levantando as mãos.

A seriedade tomou conta do semblante de Aimée ao ver o evangelista entrar com a Bíblia debaixo do braço, sua mensagem borbulhava com um humor claro e sadio. “Leiamos Atos 2:38-39”, disse Robert. “Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados e recebereis o Dom do Espírito Santo”. Aimée jamais ouvira um sermão desses, e o sermão de Robert dividiu o mundo dela em dois. Então, o pregador passou a falar do Espírito Santo e, de repente, a falar numa língua desconhecida. Mas Aimée entendia perfeitamente o que Deus estava dizendo: “Você é uma pecadora, perdida, miserável, merecedora do inferno!”. Aquela noite mudou a vida de Aimée. Jamais alguém disse tamanha verdade a ela. Uma convicção genuína a envolveu e ela sabia que havia um Deus e que ela era uma pecadora.

Aimée tentou fugir, procurando se distrair das palavras do evangelista nas danças e músicas de jazz por três dias. Mas numa tarde de dezembro de 1907, no caminho de volta para casa, Aimée não conseguiu resistir. “Deus, tenha misericórdia de mim, uma pecadora”, então, tudo mudou, uma grande paz invadiu a sua alma e sentia a presença de Deus ali pertinho quando chegou em casa. “Naquele momento, levantei a tampa do fogão e queimei minhas sapatilhas de dança, minhas partituras de jazz e meus romances. Meu pai quis saber o que estava acontecendo, então eu expliquei: Converti-me e não preciso mais dessas coisas!”.

Busca pelo Espírito Santo

Daí por diante, Aimée passou a buscar a presença de Deus. Não perdia tempo para orar e ler a Bíblia. Diz Aimée que, quando orava, falava com Cristo, e quando lia a Bíblia, Ele falava com ela. No entanto, chegou o dia que esta serenidade foi abalada ao analisar: O Senhor dá tudo e eu só recebo. O egoísmo é um traço de caráter abominável. Senhor, que posso fazer em troca? Aimée busca resposta na Bíblia “... o que ganha almas é sábio e... resplandecerá como as estrelas sempre e eternamente”. É como se uma voz poderosa falasse em tom de clarim: “Agora que você foi salva, vá, ajude a salvar os outros”.

Orando de joelhos, Aimée, em sua imaginação, viu um grande rio, veloz e impetuoso, tragando milhares de pessoas em sua correnteza e levando-os à morte. Então, disse: “da mesma forma como eu fui resgatada, deveria estender minhas mãos para todos quantos pudesse alcançar, a fim de trazê-los para um terreno seguro. Estaria disposta a cruzar o continente de joelhos só para resgatar um pobre pecador. Mas, como posso fazer isso? Eu, que sou filha de fazendeiro e moro a quilômetros da cidade? Como posso almejar ganhar almas um dia? Além disso, só os homens têm permissão para pregar”.

Muitas indagações surgiram na mente de Aimée sobre o ministério da mulher. Tentou encontrar resposta com sua mãe para muitas delas. No entanto, foi na Bíblia que ela descobriu que Débora, uma mulher, havia comandado esplêndidos exércitos. A mulher, junto ao poço, pregou o primeiro sermão de salvação e levou uma cidade inteira a Cristo. E em meio a tanto desejo de pregar a Palavra de Deus, Aimée não desistia de quem a pudesse ajudar e, numa noite, quando voltou para casa, encontrou sua mãe examinando a Bíblia para responder suas perguntas. “Minha querida, descobri que os dons de Deus jamais foram cancelados. A promessa é para todos quantos o Senhor nosso Deus chamar”. Assim, Aimeé pensou na passagem bíblica: “Nos últimos dias o Espírito Santo será derramado sobre toda carne, vossos filhos e filhas profetizarão... ... Então, eu também buscarei a plenitude do Espírito”.

Certa noite, enquanto Aimée estava na casa de um vizinho com duas crianças que tinham apanhado febre tifóide, a porta se abriu e Robert Semple, o evangelista, surgiu diante dela. Um impulso de alegria a envolveu. Robert havia chegado de Stratford e, sabendo que as crianças estavam doentes, foi até lá em visita. Naquela noite as crianças tiveram os dois como enfermeiros. Aimée e Robert conversaram por algum tempo a respeito das cartas que trocavam, do batismo com o Espírito Santo que ela havia recebido, e do grande desejo que ela tinha de ser ganhadora de almas. Ao olhar os livros espalhados sobre a mesa Robert, deparou-se com o de geografia e ele, folheando as páginas, abriu no mapa do Oriente, dizendo: “A China será o meu desafio, meu destino e meu alvo”. Aimée suspirou. “Gostaria de dedicar a minha vida a uma causa como esta”. E foi justamente sobre isso que Robert desejava falar com ela. A voz do homem que a ganhara para Cristo atravessara sua fantasia. “Sei que tem apenas 17 anos, mas eu a amo de todo o coração. Já que vai completar 18 em breve, quer se casar comigo e ir para a China?” Aimée ficou olhando estarrecida para ele. O rosto honesto não conseguia falar, mas um desejo irreprimível de ajudá-lo nasceu em seu coração. Ela sabia que o amava profundamente, amava seu ministério, seu Cristo, seu ensino, sua mensagem. Não foi preciso responder imediatamente.

Aimée e Robert SempleAimée logo aceitou Robert, que falou com seus pais, pedindo consentimento. De maneira simples e franca tiveram sua bênção e em 22 de agosto de 1908 se casaram. Segundo Aimée, ele foi o seu Seminário Teológico, seu mentor espiritual, seu marido terno, paciente e dedicado. Para ajudar no salário como evangelista, Robert trabalhou numa fábrica de caldeiras. Os dias melhoraram e ele foi chamado para Londres, Ontário e Chicago. Ele trabalhava incansavelmente para Deus e Aimée fazia as tarefas menores, cuidava da casa, tocava piano e orava com os convertidos. “Vamos para a China em seis semanas”, anunciou Robert certa noite. A situação preocupara a jovem esposa, que se via partida, sem a tutela de uma organização missionária, sem dinheiro, sem nada. Apenas a fé e a confiança que Robert tinha no Senhor.

Ao pregarem numa igreja de italianos, ao se despedirem foram surpreendidos com ofertas em dinheiro, cheques, ouro etc. Quando chegaram em casa, a soma deu para as passagens e um pouco mais. Durante uma viagem para a Irlanda, logo antes de irem para a missão na China, Aimée conta ao marido que está grávida. Após passarem na Inglaterra, onde Aimée fez sua primeira pregação para 15 mil pessoas, numa igreja de um milionário conhecido de Robert. A oferta do dia foi oferecida ao casal para a missão na China. Lá chegando, ficaram algum tempo num importante trabalho e foram treinados para tarefas específicas. O povo era místico, o sol escaldante e a língua difícil, além dos camundongos e dos rituais.

Em determinado momento, os dois contraíram malária tropical. Apesar de ainda doente, Aimée se preocupava com o marido que estava no hospital e queria manter-se informada sobre ele. Aimée se mantinha acordada, vigiando sobre a cama de Robert. Em vigília no hospital, a enfermeira caminhou na direção de Aimée. “Levante-se depressa, ponha o robe e os chinelos”. Tremendo como uma folha de papel, Aimée sentia que Robert estava morrendo, e gritava, de algum modo sabendo que gritaria. Nesse mesmo momento, os braços fortes do Senhor a envolveram e ela sussurrou com os lábios endurecidos: “O Senhor o deu para mim e da mesma forma o tomou. Bendito seja o nome do Senhor”.


Início do ministério


Na primeira campanha em Mount Forest, em 1915, Harold McPherson mandou um telegrama para Aimée pedindo que ela voltasse para casa, mas ela não aceitou. Ele, então, veio ao seu encontro e, ouvindo uma de suas pregações, reconheceu o chamado de Deus na vida dela, estimulando-a a continuar.

Tempos depois, decidindo voltar para a América, o navio com Aimée foi deixando a linha costeira da China, levando ela e sua filha com apenas 13 semanas. Ela pensava que agora teria que decidir tudo sozinha, procurar bons amigos de Robert, buscar uma orientação para sua nova vida. Fez, então, sua primeira viagem transcontinental em 1918, atravessando o continente em seu carro que portava duas frases: “Carro do Evangelho” e “Jesus voltará, prepare-se”. Estava acompanhada pelo casal de filhos, sua mãe e uma secretaria. Entre 1918 e 1923 realizou 38 campanhas, em 1922 o seu ministério tornou-se internacional por conta de uma campanha realizada na Austrália.

Neste mesmo ano, na Califórnia, quando pregava sobre a visão de Ezequiel 1:1-8, Aimée foi inspirada a denominar o seu ministério de “Quadrangular”. No dia 1 de janeiro de 1923, foi inaugurado o templo sede internacional Angelus Temple, com capacidade para 5 mil pessoas. Aimée dirigia 21 cultos por semana. Nos primeiros meses, 7 mil pessoas se converteram a Jesus. Trinta e três dias depois, foi inaugurado o Instituto de Treinamento Evangelístico e Missionário e uma sala de oração, consagrada e tendo como base o versículo “orai sem cessar”. Em 6 de fevereiro de 1924 consagrou a primeira rádio pertencente a uma igreja nos Estados Unidos e a terceira emissora em Los Angeles, a KFSG. Aimée também foi autora de vários livros, 105 hinos e 13 operas sacras.


Dificuldades pessoais e ministeriais


Com a morte de Robert Semple, Aimée começou passar por dificuldades financeiras e também necessitou dedicar mais tempo à filha, pois estava com a saúde fragilizada. Seus problemas pessoais cada dia mais dificultavam sua vida ministerial e em meio a tantas dificuldades pessoais e ministeriais, Aimée aceitou casar-se com Harold McPherson. Seria a oportunidade de reconstruir um lar seguro para ela e para sua filha, e também de desenvolver o seu ministério com mais tranqüilidade.

Durante algum tempo, Harold passou por dificuldades financeiras. Foi quando Aimée começou a arrecadar ofertas para o Exercito de Salvação e, com isso, conseguiu ajudar nas despesas da casa. Nesse período, ela engravidou, e quando o filho Rolf McPherson nasceu teve que parar de trabalhar. Começou a dedicar-se aos filhos e à rotina do lar, porém, não estava feliz, porque o intenso chamado de Deus e o dever com a família, a fizeram cair num estado de depressão, adoecendo gravemente e sendo hospitalizada. Aimée pedia a cura para Deus, mas a cada pedido ouvia o Senhor dizendo: “Tu irás? Pregarás a palavra?”. Mas somente depois de um ataque repentino de apendicite, que a levou a 5 cirurgias num mesmo dia, ela ouviu a voz do Senhor: “Agora tu irás?”; e quase sem forças, Aimée respondeu: “Sim, Senhor, eu irei”.

Em 15 dias, Aimée estava totalmente recuperada, mas não se sentindo forte a ponto de entrar em discussão com seu marido e sogra quanto ao seu chamado, resolveu deixar Harold e partir com os filhos, voltando para o ponto de origem: o Canadá. Era, 1915, quando Aimée encontrou total apoio dos pais, que se ofereceram para cuidar de seus filhos. Aimée participou de um encontro Pentecostal em Ontário, onde teve um novo encontro com Deus, iniciando o seu ministério no Canadá. Embora, na época, ser raro uma pregadora na obra de Deus, Ela foi respeitada e aceita pelos sinais que Deus operava por meio de sua vida.

De volta ao ministério


Aimée voltou às suas viagens evangelísticas, e numa delas, na cidade de Baltirmore, os jornais a haviam divulgado como “Mulher Milagrosa”. Por conta deste anúncio, o teatro ficou repleto de paralíticos e doentes, e Aimée foi orar ao Senhor, pois sabia que não tinha o poder para curá-los. E Senhor respondeu: “quem tem o poder de curar e salvar sou Eu, mas você será um instrumento em minhas mãos”. Naquela noite muitos milagres aconteceram. Durante as viagens evangelísticas, sua mãe cuidava com eficiência do templo em Los Angeles, mas com a morte da mãe, Aimée voltou a assumi-lo, passando a ter um grande desgaste físico e mental. Acabou por adoecer gravemente e deixar seu filho Rolf assumir a liderança.

Conclusão


Ao olhar para a vida de Aimée Semple McPherson, podemos ver que quando Deus inicia uma obra Ele é fiel e justo para terminá-la. Vemos que desde a adolescência o chamado de Deus para ela era algo forte e que a impulsionava em busca da verdade. Em sua caminhada, foi caluniada, enganada e perseguida, chegando quase até a morte, mas Deus a resgatou. Aimée venceu a morte, venceu necessidades humanas, os seus esforços contribuíram para que Deus agisse de forma maravilhosa no seu ministério. Por ser mulher, pagou um preço mais alto. Enquanto o mundo a criticava, Deus a purificava e a usava com poder e glória. Seu amor pelas almas era maior que as dificuldades que ela encontrava pelo caminho. Sua vida foi dedicada quase que completamente ao ministério, sua prioridade era levar a salvação, a cura e a restauração por meio do nome de Jesus Cristo. Que sua vida e ministério nos sirvam de exemplo e que possamos igualmente obedecer ao chamado de Deus. Hoje podemos enxergá-la com orgulho e aproveitar da maravilhosa herança que ela nos deixou: o ministério Quadrangular, que sobrevive até hoje.

Atualmente, a Igreja do Evangelho Quadrangular já está presente em 146 países ao redor do mundo. Sua sede mundial está localizada em Los Angeles, Califórnia (EUA), mas a igreja funciona de forma autônoma em cada país.


DE 1944 ATÉ HOJE


Quando Aimée Semple Mcpherson concluiu seu ministério em 1944, a responsabilidade pela liderança do movimento Quadrangular e da Cruzada Internacional de Evangelização estava sobre seu único filho, Rolf K. Mcpherson. Com isso, ele serviu como presidente do corpo diretivo por 44 anos. Porém, a mudança da liderança da igreja não desacelerou o progresso da denominação. Por volta de 1949, o número de igrejas abertas aumentou de 355 para 521, e mais 2 estados foram somados ao mapa de expansão: de 33 para 35. Hoje, já existem igrejas Quadrangulares em todos os Estados norteamericanos, além de outras tantas espalhadas por cerca de 146 países.

Em 1948, a IEQ se juntou às denominações Assembléia de Deus, Igreja de Deus, Igreja Modelo Bíblia Aberta e Igreja da Santidade Pentecostal, a fim de formar a Pentecostal Fellowship of North America (Irmandade Pentecostal da América do Norte). O propósito da PFNA era promover uma ação de unidade interdenominacional dentro da América do Norte. Em 1994, a PFNA foi reorganizada e passou a se chamar Pentecostal Charismatic Churches of North America (Igrejas Pentecostais Carismáticas da América do Norte), a fim de estimular uma maior inclusão e diversidade. Desde então, a IEQ continua parceira do grande corpo de Cristo, para alcançar comunidades e o mundo, ecoando as palavras descritas na pedra angular do Angelus Temple, que dedica seus membros ao evangelismo universal interdenominacional.

Entre 1958 e 1971, o nível de crescimento da IEQ diminuiu. Nesse período, entretanto, as raízes da igreja foram aprofundadas e os templos foram realocados e aperfeiçoados, o que permitiu maior aproveitamento de recursos. Além disso, na mesma época, foram estabelecidas pela IEQ algumas regras ligadas à aceitação de movimentos carismáticos, que contribuíram para uma fase de estímulo e novo crescimento.

Em 1974 vários pastores começaram a estabelecer padrões pela explosão do crescimento e renovo espiritual, o que poderosamente desafiou todo o movimento da IEQ. Incluíram Jack Hayford, atual presidente da Quadrangular, em Van Nuys, Califórnia; Roy Hicks Jr. em Eugene, Oregon; Jerry Cook em Gresham, Oregon; Ron Mehl em Beaverton, Oregon; e John Holland em Vancouver, Colômbia Britânica. Estes e outros homens contribuíram para o gigantesco crescimento da IEQ e seu notável despertar espiritual.

Na Convenção de 1987, a IEQ ofereceu tributo ao dr. Rolf McPherson e a sua esposa pelos anos de dedicação e serviço incansável na liderança da igreja. eles estavam deixando a presidência da Quadrangular naquele ano. Em maio de 1988, dr. John R. Holland foi nomeado o novo presidente, o terceiro da história da igreja. Desde então, o rol presidencial teve dr. Harold Helms (interino, Julho/1997 – Julho/1998), dr. Paul Risser (1998 – 2004) e Jack Hayford (2004 – até hoje).

Para onde vai a IEQ daqui para frente? Recentemente, a igreja apóia uma nova visão de expansão e multiplicação. Em 2001, o corpo diretivo aprovou a criação de mais 7 distritos sobre o que era chamado de Distrito Leste. Isso abriu caminho para uma nova visão de expansão que pretende alcançar 50 distritos independentes por todos os EUA. Além disso, três Centros Administrativos de Recursos estão sendo criados em locais estratégicos pela nação. Cada um desses CAR servirão 15-20 distritos e serão dirigidos por um administrador regional, o que trará mais eficiência, qualidade e precisão nos detalhes diários, cuja demanda de serviço atualmente está sobre os escritórios dos distritos, e liberará os supervisores de distritos a um cuidado mais próximo e freqüente para com as igrejas locais. É previsto que a cooperação e os trabalhos interligados conduzirão a uma visão local mais forte. Por sua vez, novas igrejas serão implantadas e a IEQ crescerá pelas comunidades que ainda não foram alcançadas pelo evangelho de Jesus Cristo.**

* Parte das informações deste tópico foram extraídas da obra “The Vine and the Branches: A History of the International Church of the Foursquare Gospel”, por Nathaniel M. Van Cleave, 1992; ** e da publicação Foursquare News Service #95, 16 de Julho de 2001.


NO BRASIL


A Igreja do Evangelho Quadrangular foi fundada na cidade de São João da Boa Vista, estado de São Paulo, em 15 de novembro de 1951, pelo missionário integrante da Foursquare Gospel Church, Harold Edwin Williams, natural de Los Angeles, EUA, o qual teve o auxílio de Jesus Hermírio Vasquez Ramos, natural do Peru.


O fundador


Harold Edwin Williams nasceu no dia 27 de novembro de 1913, em Hollywood, Califórnia, EUA. Faleceu em Los Angeles, no mesmo Estado, no dia 11 de Setembro de 2002. Harold deixou a esposa, Mary Elizabeth Williams, os filhos John Robert, Paul James e Diane Elizabeth e os netos.

Harold e sua família freqüentavam o Angelus Temple, onde aceitou o Senhor e foi batizado nas águas por Aimée Semple McPherson. Neste mesmo templo, conheceu Mary Elizabeth e, em 1939, casou-se com ela.

O verdadeiro chamado de Harold para dedicar a vida em serviço do Senhor veio por meio de uma campanha voltada para jovens, na igreja de Long Beach. Naquele dia, ajoelhado ao lado do piano de cauda, ele entregou sua vida ao ministério de Jesus. Formou-se, então, no Life Bible College em 1942 e assumiu seu primeiro pastorado naquele mesmo ano, na cidade de Arkansas, igreja de Little Rock.

O trabalho de missão no exterior veio no ano de 1945, quando Harold foi nomeado pelo gabinete de missões e enviado à Bolívia. No ano seguinte, foi, enfim, enviado ao Brasil. Chegando aqui, morou na cidade de Poços de Caldas, enquanto aprendia o idioma e ensinava inglês. Viajou para a cidade de São João da Boa Vista em 1950, quando fundou a Igreja do Evangelho Quadrangular com seu templo próprio no ano seguinte, a qual era originalmente denominada Evangélica do Brasil.


A consolidação e o crescimento


De 1952 a 1954 Harold liderou, junto ao missionário Raymond Boatright, um dos maiores movimentos de avivamento que o Brasil já tinha visto, denominado Cruzada Nacional de Evangelização, que teve início na cidade de São Paulo. Harold viera à capital paulista a convite de um pastor da Igreja Presbiteriana do Cambuci. Pouco tempo depois, implantaram uma tenda aberta de lona no mesmo bairro. A partir de então, a idéia da tenda tornou-se uma característica peculiar da IEQ no país. Então, Harold passou pelos bairros da Água Branca e Santa Cecília, sendo este último o local onde foi construído o templo em São Paulo. Ele passou, então, a viajar pelo Estado com a mesma tenda, chamada de “tenda número um”, dando ênfase à cura divina e difundindo o lema "Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e será eternamente". Enquanto isso, no salão da Santa Cecília, as senhoras da igreja começaram a aprender confeccionar tendas com a ajuda de um irmão que tinha experiência com tendas circenses. Daí por diante, as tendas compradas ou fabricadas na própria igreja saíram peregrinando por lugares como o bairro da Casa Verde, as cidades de Americana, Limeira, Vitória (ES), Curitiba (PR) e vários outros lugares. Numa onda contagiante, o movimento crescia e cada tenda dava origem a um novo núcleo que se transformava numa nova igreja.

Na década de 60, já sob a liderança de George Russell Faulkner, estabeleceu-se a meta de levar a mensagem Quadrangular a cada capital de Estado, sendo futuramente levada aos demais municípios. Por onde as tendas passavam, constituíam uma nova comunidade. Assim, as décadas de 70 e 80 foram marcadas pelo evangelismo dinâmico e pela construção de grandes e belos templos.

Em 1997, a IEQ no Brasil contava com 5.530 templos e obras novas, os quais se dividem em 2.026 templos, 1.778 salões e 1.726 tabernáculos de madeira, além das 4 mil congregações e pontos de pregação que funcionam sob a responsabilidade das igrejas locais. Ao todo, já havia no ministério Quadrangular nacional 2.887 ministros, 1.488 aspirantes e 10.648 obreiros credenciados. Vale ressaltar que, do total de 15.023 membros atuantes no ministério, 5.951 eram mulheres. 38 mil diáconos e diaconisas trabalhavam nas igrejas, que já comportavam um total de, aproximadamente, 1,6 milhão de membros.

A Igreja do Evangelho Quadrangular Internacional, hoje, está presente em 146 países pelo mundo. Desde 1944 o sol brilha ininterruptamente sobre a bandeira Quadrangular, com igrejas em todos os continentes. Só no Brasil, a IEQ já conta com 9 missionários espalhados por sete países.


Preparo ministerial


Para preparar pessoas ao ministério Quadrangular, a igreja criou o Instituto Teológico, com mais de 4,5 mil alunos e 1,2 mil professores, cursos de extensão preparados pela Secretaria de Educação e Cultura, além de diversos livros e publicações cristãs de qualidade, produzidos e distribuídos pela Editora e Publicadora Quadrangular George Russell Faulkner, a editora oficial da denominação no Brasil.


DEPARTAMENTO HISTÓRICO


A IEQ no Brasil tem à sua disposição uma biblioteca histórica, um verdadeiro guia de acesso à história da Igreja do Evangelho Quadrangular no nosso país. Você poderá encontrar neste website tudo sobre o trabalho da instituição e sobre as pessoas que fazem parte do início dessa cruzada. Confira, ainda, estatísticas da igreja, artigos online publicados, além de diversas fotos memoráveis na seção de biografias e da solenidade pelo aniversário da igreja realizado na Assembléia Legislativa de São Paulo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ser Pentecostal é...Origens:Assembléia de Deus

Breve História das Assembléias de Deus
O Conselho Geral das Assembléias de Deus (EUA), uma das maiores denominações pentecostais nos Estados Unidos, foi organizada em 1914 por uma ampla coalizão de ministros que desejavam trabalhar juntos para alcançar os objectivos comuns, tais como o envio de missionários e fornecendo bolsa e responsabilidade. Formado no meio do avivamento pentecostal emergentes em todo o mundo, as Assembléias de Deus rapidamente se enraizou em outros países e formaram organizações indígenas nacionais. 


Raízes Históricas
Ao longo da segunda metade do século 19 nos Estados Unidos, os protestantes de várias origens começaram a se perguntar por que as igrejas não parecem exibir a mesma fé, cheio de vida vibrante como as do Novo Testamento. Muitos desses crentes se juntaram a igrejas evangélicas ou Santidade, em oração fervorosa e sacrifício pessoal, e sinceramente procuraram Deus. Foi neste contexto que as pessoas começaram a experimentar os dons espirituais bíblicos.


Pioneiros pentecostais estavam com fome para o cristianismo autêntico, e eles olharam para manifestações espirituais anteriores, como o Primeiro Grande Despertamento (1730s-40s) e Segundo Grande Despertamento (1800s-30s), de inspiração e instrução. Eles se identificaram na tradição dos reformadores e avivalistas, como Martinho Lutero, John Wesley, e Dwight L. Moody.


A Renovação Pentecostal
Um dos pontos centrais do movimento pentecostal emergentes era conhecido como o reavivamento da Rua Azusa (1906-1909). Era um local improvável para um evento que mudaria a face do cristianismo. No verão de 1906, o avivamento irrompeu na reunião de congregação recém-formada na pequena, da Missão da Fé Apostólica Rua Azuza, 312 em Los Angeles, Califórnia. Os críticos atacaram a congregação porque o seu pastor era o  Africano-americano, William J. Seymour, que pregava a reconciliação racial ea restauração dos dons espirituais bíblicos. O avivamento logo se tornou uma sensação local, em seguida, atraiu milhares de curiosos e peregrinos de todo o mundo.


Seymour tinha sido aluno de Charles Parham, que forneceu a estrutura doutrinária do movimento pentecostal . Parham identificou na escritura o falar em línguas como a "evidência Bíblica" (mais tarde chamado de "primeira prova"), do batismo no Espírito Santo se tornou uma marca e característica do movimento pentecostal emergente. Depois que Agnes Ozmam e depois os estudantes em sua Escola Bíblica Betel, em Topeka, Kansas, começaram a falar em línguas em uma reunião de oração em primeiro de janeiro de 1901, Parham, através de seu organização "Movimento da Fé Apostólica", tiveram sucesso em promover a restauração do dom de línguas. Enquanto o Movimento da Fé Apostólica foi confinado ao centro-sul dos Estados Unidos, o avivamento na rua Azusa lançou o pentecostalismo para o mundo.


Formação Das Assembléias De Deus
Como o avivamento se espalhou rapidamente, muitos pentecostais reconheceram a necessidade de maior organização e responsabilidade. Os fundadores e as mães das Assembléias de Deus se encontraram no Hot Springs, Arkansas, em abril de 02-12, 1914 para promover a estabilidade e unidade doutrinal, demonstrar a sua legitimidade legal, coordenando a missão da organização e estabelecer uma escola de treinamento ministerial. Estes fundadores constituíram o primeiro Conselho Geral e elegeu dois oficiais: Eudorus N. Bell como presidente (título mais tarde mudado para superintendente geral) e J. Roswell Flor como secretário, assim como o primeiro presbitério executivo.




Hot Springs, Arkansas
Os cerca de 300 delegados se reuniram para o primeiro Conselho Geral representada por uma variedade de igrejas independentes e redes de igrejas, incluindo a "Associação Cristã de Assembléias", em Indiana e da "Igreja de Deus em Cristo e em união com o movimento de Fé Apostólica" de Alabama, Arkansas, Mississippi e Texas.


Quase imediatamente, os líderes foram confrontados com uma disputa doutrinal - se a abandonar a teologia trinitária tradicionais em favor de uma visão monarquista da divindade (também chamada de "Nova Edição" ou a teologia da Unidade). Em 1916, o Conselho Geral aprovou uma Declaração de Verdades Fundamentais, que afirmou ortodoxia trinitária.


Desde o início de evangelismo e missões têm sido centrais para a identidade das Assembléias de Deus e resultaram em um crescimento contínuo no país e no exterior. Em 2007, a Assembléia de Deus afirmou que haviam, nos Estados Unidos 2.836.174 de adeptos, 12.311 igrejas e 33.622 ministros. O Conselho Geral apoiou 2.691 missionários estrangeiros e colegas de trabalho em missão, com isso, as Assembléias de Deus cresceram e hoje contam com 57 milhões de adeptos em todo mundo.


Os programas agressivos de missões da igreja são destinados a se estabelecer auto-sustentáveis assim como a auto-propagação de organismos da igreja nacional em cada país. Ministros e líderes são treinados em 1.891 escolas bíblicas estrangeiras. As Assembléias de Deus tem 19 faculdades bíblicas aprovadas, universidades e um seminário nos Estados Unidos.


A sede nacional das Assembléias de Deus está localizada em Springfield, Missouri. A sede inclui um prédio administrativo, o Evangelho Publishing House, eo Centro de Distribuição Internacional. O Evangelho Publishing House, o braço de impressão da igreja, despeja mais de 12 toneladas de literatura evangelho a cada dia.

domingo, 28 de novembro de 2010

Ser Pentecostal é...Conhecer as origens:Agnes Ozman

Agnes Ozman (1870-1937) era uma estudante de Charles Fox Parham na Bethel Bible College, em Topeka , Kansas . Ozman foi considerada por muitos como "A primeira a falar em línguas". Suas experiências despertaram o moderno  movimento pentecostal, que começou no início do século 20.


Seus pais eram agricultores e, desde a infância, Agnes e seus seis irmãos participaram da Igreja Metodista Episcopal , em Nebraska , Wisconsin . Como uma mulher jovem, Agnes participou das instituições bíblicas de seu tempo e, eventualmente, participou da Bethel Bible College em Kansas.


Em 01 de janeiro de 1901, Agnes Ozman se tornou a primeira membra do corpo discente em Bethel Bible College em Topeka. 


Na Bethel Bible College, Agnes alcançou o auge de sua experiência espiritual, recebendo o batismo com Espírito Santo durante uma tarde de serviço na escola. 


Em uma carta de 1922 a Eudorus N. Bell, afirma Agnes que ela não entendia a língua ser a evidência do Espírito antes de sua plenitude: "Antes de receber o Consolador, eu não sabia que eu iria falar em línguas quando recebi o Espírito Santo porque eu não tinha este entendimento bíblico. Mas depois que eu recebi o Espírito Santo falando em línguas, tudo  se revelou para mim e soube que eu tinha a promessa do Pai, como está escrito e como Jesus disse! 


Ela disse:
"Na manhã seguinte, depois de receber esse presente poderoso, fui abordada com perguntas sobre a minha experiência na noite anterior. . . Eu indiquei referências bíblicas para mostrar que eu tinha recebido o batismo como Atos 2.4 "E todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem. . ."


A experiência inicial Agnes Ozman foi um marco na história do pentecostalismo moderno. Mesmo depois de uma noite de sono, ela era incapaz de falar Inglês na manhã seguinte. De acordo com Parham, continuou falar em línguas por três dias. Tentando se comunicar com os alunos curiosos, ela diz que pegou um lápis para escrever:


"Quando comecei a escrever, eu escrevi caracteres de outras línguas! Alguns dos textos interpretados contém uma mensagem maravilhosa! "


Parham acreditava que os caracteres eram de origem chinesa. Em uma entrevista com o Kansas City Times, Parham também afirmou que outros alunos cheios do Espírito Santo eram agora capazes de "escrever por inspiração."


A noite após o início do falar em línguas, as palavras de  Agnes eram compreendidas por um homem que passava na rua, que a ouviu falar quando ela estava à serviço na missão da escola em Topeka, no centro da cidade. Esse incidente confirmou para o Parham e seus alunos que pelo menos alguns receberam evidência com línguas estrangeiras, inteligível. Parham acreditava que este era o método pelo qual o Espírito nos ajuda a Igreja na evangelização do mundo.


Quando a Bethel foi dissolvida, Agnes Ozman continuou servindo o Senhor no trabalho missionário. Mais tarde, ela conheceu e se casou Filemon M. LaBerge, e ambos foram ordenados Pastores pelo  Conselho Geral das Assembléias de Deus. (As Assembléias de Deus já consagravam mulheres a Pastoras em 1935)Como tantos outros pioneiros do pentecostalismo, ela sempre demonstrou uma insaciável fome de Deus e um desejo de ser completamente entregue ao trabalho de Seu Reino. Sua experiência em Bethel tornou-se um precedente poderoso para o nascente movimento da Fé Apostólica(Que mais tarde originou a Assembléia de Deus)  e incentivou outras pessoas a irem mais profundo nas águas do avivamento, cheios do Espírito


O papel de Agnes Ozman foi ser peça chave na recuperação do ensino apostólico de línguas como evidência bíblica do batismo com Espírito Santo e que isto  não deve ser jamais ignorado. As chamas do Pentecostes se espalharam a partir da escola de Bethel, em Topeka e se alastraram em um incêndio global, com o poder do Espírito Santo manifesto, evidenciado pelo falar em línguas.  O Deus fez nascer na alma de uma pioneira de 30 anos, das planícies de Kansas, agora arde no coração de milhões de Pentecostais espalhados pelo mundo todo.


Agnes Ozman adormeceu e foi recolhida ao seu Senhor em 1937 por uma insuficiência cardíaca.



domingo, 21 de novembro de 2010

Ser Pentecostal é...Conhecer as Origens:Avivamento em Gales


Avivamento de Gales

Em 1904 aconteceu o Avivamento de Gales, durante o qual aproximadamente 100.000 pessoas de Gales se uniram ao movimento. Internacionalmente, cristãos evangélicos tomaram este evento como um sinal do cumprimento da profecia do Livro de Joel da Bíblia, capítulo 2.23-29 que estava para acontecer. Joseph Smale, pastor da Primeira Igreja Batista em Los Angeles, foi a Gales pessoalmente para testificar o avivamento. No seu regresso a Los Angeles, tentou inflamar um evento similar em sua própria congregação. Sua intenção foi de pouca duração, e finalmente deixou a Primeira Igreja Batista para fundar a Primeira Igreja do Novo Tetamento, de onde continuou os seus esforços.Durante esse tempo, outros avivamentos em pequena escala estavam acontecendo em Minnesota, Carolina do Norte e Texas. Em 1905, se soube que falar em línguas, curas sobrenaturais, e significativa mudança de vida acompanhavam esses avivamentos. Quando esta notícia correu, os evangélicos por todo os Estados Unidos começaram a orar por avivamentos similares em suas próprias congregações.

Rua Azusa

Um Grupo liderado por Willian Joseph Seymour encontrou um edifício disponível no número 312 da rua Azusa, que tinha sido uma Igreja Episcopal Metodista Africana no que era então uma parte do gueto negro da cidade. O aluguel era de US$ 8,00 por mes. Um periódico se referiu a construção do centro de Los Angeles como um "barraco tombado". Desde que a igreja saiu, o edifício tinha servido como casa de venda por atacado, depósito, madereira, curral de gado, loja de lápides, e havia sido utilizada mais recentemente como um estábulo com quartos para alugar no piso de cima. Era um edifício pequeno, retangular de teto plano, de aproximadamente 18 m de largura e 12 m de comprimento, em sua totalidade de 446,52 m2, coberta com ripas caiadas. O único sinal de que era uma casa de Deus estava numa janela de estilo gótico sobre a entrada principal.

O segundo piso na agora chamada Missão de Fé Apostólica abrigava uma oficina e quartos para vários residentes como Seymour e sua esposa, Jennie. Também tinha uma grande sala de oração para atender o excesso dos serviços do altar de baixo. A sala de oração estava decorada com cadeiras e bancos feitos de tábuas do California Redwood, postos de ponta a ponta com cadeiras sem encosto.

Em meados de maio de 1906,entre 300 e 1.500 pessoas tentaram acomodar-se no edificio. Visto que os cavalos tinham recentemente saído do edificio, as moscas constantemente molestavam os assistentes. Gente de uma diversidade de antecedentes, se reuniam para adorar: homens, mulheres, crianças, negros, brancos, latinos, asiáticos, ricos, pobres, iletrados, e educados. Pessoas de todas as idades ajuntaram-se em Los Angeles com tanto ceticismo e desejo de participar. A mistura de raças e a motivação do grupo de mulheres na liderança foi notável.

A Missão da Rua Azusa foi um lugar muito humilde. Não havia nenhuma plataforma elevada para o pregador; nenhum instrumento musical fortaleceu as canções. Os bancos eram pobres e não suficientes para encher o edifício; a pregação era tão simples que quase não poderia ser chamada de pregação, mas Deus estava lá. Algumas pessoas de classe alta afirmaram que elas nunca tinham ouvido numa ópera música tão primorosa como quando o Espírito de Deus pairava em cima da congregação, em que foi conhecida como a canção divina.

Cura para o corpo foi ensinado fervorosamente, mas não foi posto em primeiro lugar. Demônios foram expulsos. Mas a adoração foi a coisa principal. A medida que as obras de Deus foram anunciadas, as pessoas vieram de toda parte do continente, entre elas líderes e ministros. Estes foram cheios com o Espírito durante a sua permanência depois da qual eles levaram para seus campos de trabalho a história que Pentecostes tinha vindo novamente como veio para a igreja no princípio.


Trexos do Jornal The Apostolic Faith de 1906 sobre o Avivamento em Azusa

"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."
-- Setembro de 1906

Crianças Pequenas Recebem o Espírito Santo
“Várias crianças pequenas têm sido batizadas com o Espírito Santo. Uma irmã em Hermon tem feito uma reunião diária para crianças e três crianças têm sido batizadas no Espírito Santo. Um domingo à noite na Missão da Rua Azusa três meninas, irmãs, foram batizadas no Espírito Santo e cada uma delas falou em línguas, e línguas diferentes. Foi tocante ver como elas oraram para as outras pessoas no altar... Várias crianças têm sido claramente salvas e santificadas na reunião para crianças de Domingo à tarde, dirigida pelo menino pregador Clayborn, no Domingo à tarde, e alguns receberem o dom do Espírito Santo, e Deus está usando o testemunho deles.”
-- Outubro de 1906

Ser Pentecostal é... Conhecer as Origens:William Joseph Seymour


William Joseph Seymour nasceu em 02 de maio de 1870, em Centerville, Santa Maria de Paris, no Estado da Louisiana - USA. Seus pais, Simon Seymour e Phillis Salabar tinham nascido escravos.
Quando o Presidente Abraham Lincoln assinou a Proclamação de Emancipação terminando com a escravidão nos estados rebeldes do Sul, o pai de William se alistou no Exército do Nordeste e serviu até o final da guerra civil. Durante a marcha do exército pelos estados do golfo, Lousiana, Missisipi, Alabama e Flórida ele ficou doente e foi hospitalizado em Nova Orleans. Pela descrição, ele teria contraído malária ou alguma moléstia tropical parecida. Ele nunca se recuperaria totalmente.
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William era o primogênito de uma família enorme e viveu seus primeiros anos em grande pobreza. Em 1896 os bens de sua mãe eram: uma cama de pobre, uma cadeira e um colchão velho.
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Seymour também sofreu com a injustiça e preconceito da reconstrução sulista. Violência contra homens livres, era comum e a Ku Klux Klan aterrorizava o Sudeste da Louisiana.
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O Jovem Seymour teve contato com várias tradições cristãs. Seus pais foram casados por um pregador metodista; o garoto William foi batizado na Igreja Católica Romana em Franklin, Louisiana e seus pais foram sepultados junto a uma Igreja Batista.
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Muitos ditos sobre a vida de Seymour afirmam que ele era analfabeto. Não é verdade. Ele frequentou uma escola de homens livres em Centerville e aprendeu a ler e escrever. De fato, o retrato de sua assinatura demonstra uma caligrafia.
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Fugindo da pobreza e da opressão da vida no Sudeste da Louisiana, Seymour deixou seu lar em plena infância. Ele esteve trabalhando em Indiana, Ohio, Illinois, e outros estados; possivelmente no Missouri e no Tenesse. Ele habitualmente trabalhava como garçon em hotéis de grandes cidades.
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Foi em Indianápolis que Seymour se converteu, em uma Igreja Metodista. Logo, entretanto, ele se uniu ao movimento da Igreja de Deus Reformada em Anderson, Indiana. Naquele tempo o grupo era chamado de "Os santos da Luz do Alvorecer". Enquanto estava com aquele grupo de santidade, ele foi separado e chamado para ser um pregador.
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Em Cincinnati, Ohio, depois de um surto quase fatal de varíola, Seymour se rendeu à chamada ministerial. A varíola o deixou cego de um olho e com marcas na face, e, pelo resto de sua vida ele usou uma barba para esconder aquelas marcas.
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Em 1905, Seymour estava em Houston, Texas, quando ouviu a mensagem pentecostal pela primeira vez. Ele se matriculou na Escola Bíblica dirigida por Charles F. Parham. Parham, foi o fundador do movimento de Fé Apostólica, e é o pai do reavivamento Pentecostal/carismático moderno. Na Escola Bíblica de Topeka, Kansas, seus seguidores tinha recebido o batismo no Espírito Santo com a evidência bíblica de falar em outras línguas.
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Por causa das leis de segregação racial da época, Seymour foi forçado a se assentar no corredor, do lado de fora da sala de aula. O humilde servo de Deus suportou a injustiça com graça. Seymour deve ter sido um homem de um aguçado intelecto. Em poucas semanas ele se tornou bastante familiarizado com os ensinos de Parham, que observou que ele também podia ensinar. Entretanto, não recebera o batismo com o Espírito Santo com a evidência de falar em línguas.
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Parham e Seymour dirigiram, juntos, reuniões em Houston, com Seymour pregando para auditórios negros enquanto Parham pregava para grupos de brancos. Parham tinha planos de usar Seymour para espalhar a mensagem da Fé Apostólica para os afro-americanos do Texas.
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Neely Terry , uma convidada de Los Ângeles, encontrou com Seymour quando ele pregava numa Igreja regular pastoreada por Lucy Farrar. Esta, era empregada da família de Parham no Kansas.
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Quando Terry retornou à Los Ângeles, ela persuadiu a pequena Igreja da Santidade que freqüentava a convidar Seymour para ir até sua Igreja para uma reunião. Sua pastora, Julia Huthinson, oficializou o convite.
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Seymour chegou a Los Ângeles em fevereiro de 1906.
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Seus primeiros esforços para pregar a mensagem pentecostal foram impedidos e ele foi expulso porta à fora daquela igreja. A liderança tinha suspeitas da doutrina que Seymour pregava, muitos não concordavam com aquele "novo movimento" e pelo fato de saberem que ele mesmo não havia recebido o batismo com Espírito Santo.
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Mudando para a casa de Edward Lee, um zelador de um banco local, o bispo Seymour começou a ministrar a um grupo de oração que estava se reunindo regularmente na casa de Richard e Ruth Asbery, na Rua Bonnie Brae, 214. Asberry também tinha um emprego de zelador. A maioria dos adoradores eram afro-americanos, com algumas visitas ocasionais de brancos. Assim que o grupo foi buscando a Deus por reavivamento, sua fome se intensificou.
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Finalmente, em 19 de abril, Lee foi batizado no Espírito Santo com a evidência de falar em outras línguas. Quando as novas de seu batismo foram contadas aos verdadeiros crentes da Rua Bonnie Brae, um poderoso derramamento se seguiu. Muitos receberam o Batismo com Espírito Santo como um reavimento pentecostal chegado à Costa Oeste.
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Aquela tarde poderia ser descrita assim: gente caindo pelo assoalho parecendo insconscientes, outras clamavam e corriam pela casa. Uma vizinha, Jennie Evans Moore, tocou piano sem nunca ter tocado antes!
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Nos poucos dias de continuo derramamento, centenas se ajuntaram. As ruas ficaram cheias e Seymour pregava do alpendre dos Asbery. Em 12 de abril, três dias depois do derramamento inicial, Seymour recebeu seu próprio batismo de poder.
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Rapidamente, deixando o lar dos Asbery, o bispo procurou um local para uma igreja. Eles encontraram um prédio de uma missão na Rua Azuza nº 312.
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A missão tinha sido construída para ser uma Igreja Metodista Episcopal Africana, mas quando os planos foram abandonados, o santuário do andar de cima foi transformado em apartamentos. Um incêndio destruiu um lance do teto e ele foi refeito um flat de 40 x 60 com a aparência de uma caixa quadrada. O porão inacabado com um teto baixo e um chão sujo, era usado como armazém e estábulo.
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Esse porão veio a ser o local da Missão da Fé Apostólica. uma mistura de cadeiras e pranchas de madeira foram arranjadas para os assentos e oração. Duas caixas cobertas por um tecido barato se transformaram em um púlpito. foi deste humilde local, que a verdade pentecostal se espalhou para o mundo.
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Visitantes vieram tanto de perto quanto de longe para participar do grande avivamento na Missão da Fé Apostólica da Rua Azuza, 312 em Los Ângeles, Califórnia.
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Em 17 de abril, o jornal Los Angeles Daly Times enviou um reporter ao local do reavivamento. Em seu artigo ele malhou a reunião e o pastor chamando os frequentadores de "uma nova seita de fanáticos", de Seymor disse: um velho exortador. Ele zombou das línguas estranhas : Uma esquisita babel de línguas ".
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Mais importante do que suas críticas,foi o tempo providencial da sua visita. O artigo foi publicado no mesmo dia do grande terremoto de São Francisco. Californianos daquela região foram pegos de surpresa e com grande temor achavam que o reavivamento era o cumprimento das profecias do dia do Grande Juízo Final.
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Imediatamente, Frank Bartleman, um evangelista intinerante, publicou um folheto sobre o terremoto. Milhares de folhetos, sobre o cumprimento das profecias, foram distribuidos. Logo, multidões se apertaram na Rua Azuza. Um recepcionista disse que mais de mil pessoas lotavam a propriedade. Centenas enchiam o pequeno prédio. outros assistiam do lado de fora, entupindo aquela rua suja.
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Com a ajuda de um estenógrafo e um editor, a Missão começou a publicar um jornal, "A Fé Apostólica". Os Sermões de Seymour eram transcritos e impressos junto com as novidades sobre reuniões de muitos missionários que estavam sendo enviados. Os escritos literalmente espalharam a mensagem Pentecostal através do Globo. Circularam mais de 50.000.
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Cultos eram dirigidos três vezes ao dia: às 10:00, à tarde e às 19:00h. Eles freqüentemente permaneciam juntos o dia inteiro até o fim do último culto. Este programa continuou sete dias por semana, por mais de três anos.
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Era muito comum o perdido ser salvo, o doente curado, o endemoninhado liberto,e quem buscava saía batizado com o Espírito Santo na mesma reunião. Muitos dos pioneiros do movimento Pentecostal receberam o Santo batismo adorando nas pranchas de casca de madeira no altar da Rua Azuza.
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Em 28 de setembro de 1922, com 52 anos de idade, Seymour teve dores no peito e falta de ar. Embora o médico fosse chamado, o peregrino foi estar com o Senhor na Cidade Celestial.

Ser Pentecostal é... Conhecer Origens:Charles Fox Parham


Charles Fox Parham (4 de junho de 1873 — 29 de janeiro de 1929) foi um pregador estadunidense, sendo considerado um instrumento fundamental na formação do pentecostalismo. Parham também criou um movimento chamado de Apostolic Faith (Fé Apostólica), constituído por igrejas independentes (inicialmente chamadas "missões") que cresceram no sul e no oeste dos Estados Unidos, onde ele realizava as suas reuniões. Embora a imprensa fora inicialmente favorável em algumas das áreas onde Parham ministrava, algumas das maiores igrejas de linha tradicional, e a hierarquia eclesiástica da cidade de Sião, não foram favoráveis ao seu ministério e fizeram de tudo para que os seus ensinamentos não prosseguissem. Como resultado, alguns relatórios da imprensa tornaram-se mais negativos a medida que o seu ministério se aproximava da sua melhor fase entre 1906 e 1907.

Charles Fox Parham,fundou a Bethel Bible College na cidade de Topeka no Kansas, uma instituição que ficou conhecida pelo prática da cura divina, assistência material e espiritual a pessoas de origem humilde e que estavam dispostas a atuar como missionários.

O canal utilizado por Parham para a disseminação dos conceitos era o jornal The Apostolic Faith, os metodistas americanos ensinavam a seus fiéis sobre duas bênçãos fundamentais aos cristãos, eram elas a conversão e santificação, a teologia de Parham ensinava sobre a necessidade da terceira bênção: o Batismo pelo Espírito Santo.

No ano de 1905, Charles Parham muda-se para Houston, no Texas, onde funda um nova escola biblíca, onde teve como um de seus alunos William Seymour, que assitia às aulas sentado numa cadeira posta no corredor, por ser negro em um período racista. William Seymour mais tarde tornou-se lider do avivamento em Los Angeles.

Parham foi acusado de pecados sexuais sem comprovação da acusação e também apontado por alegações de envolvimento com a maçonaria e a Ku Klux Klan(O que faria dele um racista, no entanto o que percebemos é que Parhan nada tinha de racista, tanto é que investiu em Seymour e andava com ele; também se preocupava em evangelizar os afro-americanos!). Apesar de nada ter sido provado até o dia de hoje, isso foi usado para minar seu ministério até a sua morte em 1929. Seus opositores e críticos o perseguiram e o odiaram até a sua morte. As igrejas que ele fundou permanecem abertas até hoje.

O Centro Charles F. Parham de Estudo Pentecostal-Carismático é um "mecanismo de investigação independente" no campus da South Texas Bible Institute, em Houston, Texas. É uma das várias organizações que consideram Parham o líder fundador do movimento pentecostal.

A principal contribuição de Parham, foi sua interpretação doutrinária do Batismo no Espírito Santo e o seu requerimento como prova de falar em línguas.